Ingestão
Cadernos de prova, gabaritos e microdados publicados pelo INEP. Todas as edições desde 2009, nos quatro cadernos coloridos de cada aplicação.
Esta página descreve o que o enemjuntos faz e como. Nada aqui é caixa-preta: se a plataforma vai decidir o que você estuda hoje, você merece saber de onde vem essa decisão.
A ordem importa: uma questão só entra no índice de similaridade depois de estar classificada e calibrada.
Cadernos de prova, gabaritos e microdados publicados pelo INEP. Todas as edições desde 2009, nos quatro cadernos coloridos de cada aplicação.
O PDF vira item estruturado: enunciado, texto de apoio, comando, cinco alternativas, gabarito, imagens e tabelas — cada parte num campo próprio.
O item recebe o endereço completo: área, competência, habilidade, tópico, subtópico e a armadilha que ele arma. Classificação revisada, não só automática.
Dos microdados saem os três parâmetros da TRI: discriminação (a), dificuldade (b) e acerto casual (c). É assim que “difícil” vira um número comparável entre anos.
O item inteiro — incluindo o raciocínio que ele exige — vira um vetor. Dois itens próximos nesse espaço cobram a mesma coisa, ainda que falem de assuntos diferentes.
Vetor, endereço e parâmetros entram no mesmo índice. Só então a questão fica disponível para busca, filtro e agendamento.
Busca por palavra-chave devolve questões que falam parecido. Busca por similaridade devolve questões que cobram parecido.
A similaridade dá o conjunto. Os filtros recortam dentro dele — e é esse recorte que vira uma sessão de estudo de vinte minutos em vez de um simulado de cinco horas.
semelhantes_a(MT·2022·Q142)
∩ habilidade ∈ {H19, H21, H22}
∩ dificuldade b ∈ [1,2 ; 2,1]
∩ estado = “lacuna aberta”
→ 14 questões
O ENEM já publica áreas, competências e habilidades. O enemjuntos herda essa estrutura e desce três níveis abaixo dela.
Tópico → Subtópico → Armadilha. É a camada que transforma “errei em Matemática” em “erro sistemático na troca de base logarítmica” — e que dá ao agendador algo pequeno o bastante para marcar uma revisão.
Sessões curtas, decididas pelo mapa e pela fila — não por um cronograma escrito em janeiro.
O agendador abre com o que vence hoje: itens que você acertou há 6 dias, um subtópico que caiu na última semana, duas questões-irmãs de um erro recente.
Um recorte só: uma habilidade, uma faixa de dificuldade. Ao errar, as irmãs entram na hora — você fecha o conceito antes de trocar de assunto.
As células que você mexeu trocam de cor e o agendador recalcula os intervalos. Amanhã a fila já é outra.
A redação não entra no índice de similaridade — ela tem estrutura própria, e a mesma lógica granular se aplica competência a competência.
Plano de lançamento, não promessa de data. A lista de espera é avisada a cada mudança de fase.
Acervo em ingestão e classificação. Quem entra na lista responde o que trava o estudo hoje e ajuda a definir a primeira área liberada.
Ainda não. O enemjuntos está na Fase 0: o acervo está sendo ingerido e classificado. A página que você está lendo descreve o produto que está sendo construído — os painéis interativos do site são amostras ilustrativas, marcadas como tais.
Das provas, gabaritos e microdados que o INEP publica abertamente, de 2009 em diante. São 180 questões objetivas por edição, distribuídas nos cadernos coloridos de cada aplicação.
Porque assunto é uma etiqueta grossa. Duas questões de “funções” podem exigir raciocínios completamente diferentes, e uma questão de Química pode cobrar exatamente o mesmo passo que uma de Matemática. A similaridade vetorial captura o que o item exige de você; a etiqueta, não.
Teoria de Resposta ao Item é o modelo que o INEP usa para calcular a nota do ENEM. Cada questão tem três parâmetros: discriminação (a), dificuldade (b) e chance de acerto casual (c). Usar esses parâmetros é o que permite dizer que uma questão de 2014 e outra de 2023 têm a mesma dificuldade — e treinar você no degrau certo.
O modelo ainda não está fechado. A lista de espera será avisada antes de qualquer cobrança, e quem participar do beta fechado não paga pelo período de teste.
Não. O enemjuntos é um projeto independente, sem vínculo, patrocínio ou endosso do INEP ou do MEC. Trabalhamos sobre material de acesso público. ENEM é marca do INEP.
Um e-mail por fase, nada além disso. Quem está na lista entra primeiro no beta fechado.
O botão abre seu app de e-mail com a mensagem pronta · oi@enemjuntos.com